sábado, 18 de setembro de 2010
Esmaltes especiais para alérgicas
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Moda Animal!!!
Essa é das boas!
Dizem que mulher dirige mal, mas dizem também que quando dirige bem, dirige muuuito bem! Acho que este vídeo ilustra isso!rsrsss Essa é das boas!
Perda gradativa do desejo sexual afeta a saúde feminina
A desculpa da dor de cabeça, nem sempre, é uma escolha. Muitas mulheres sofrem de uma disfunção que inibe a vontade de fazer sexo, a síndrome do desejo sexual hipoativo (DSH). O problema, além de trazer instabilidade conjugal, pode atrapalhar a saúde. Cansaço, indisposição, briga com o parceiro, envolvimento com o trabalho, podem tirar o foco da vida sexual, porém, a ausência de vontade por muito tempo pode sinalizar o problema. "A mulher vive sob influência de ciclos e é muito suscetível às diferentes fases pelas quais passa: menstruação, gravidez, menopausa. Por isso, o desejo delas por sexo varia de acordo com esses ciclos. É natural, mas a mulher precisa ficar atenta, caso isso se repita por muito tempo", explica a psicóloga e sexóloga Maria Claudia Lordello, do projeto Afrodite, da Unifesp.
A disfunção é mais comum do que se imagina. A síndrome do desejo sexual hipoativo faz com que 35% das mulheres brasileiras vá para cama com o parceiro apenas para dormir, sem sentir a menor falta do relacionamento sexual. A síndrome é considerada séria pelos médicos, na medida em que afeta a saúde das mulheres, deixando-as mais fragilizadas. Mas a DSH não acontece de uma hora para outra. Normalmente, as mulheres que sofrem com a síndrome perdem gradativamente a vontade sexual. As causas dessa diminuição podem ser tanto físicas como psicológicas.
Causas físicas
A jornada extensa de afazeres pode impactar a saúde sexual. "As mulheres começaram a assumir multifunções. Precisam ser mães, esposas, cuidar da casa, da comida e trabalhar fora. Isso tudo eleva os níveis de estresse, aumentando os níveis de adrenalina e de cortisol no corpo, hormônios que provocam a diminuição da libido", explica a psicóloga Arlete Gavranic, terapeuta sexual do Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática (Isexp).
Além do estresse, a depressão também é uma das razões que leva as mulheres a perderem a disposição, inclusive para o sexo. O desgaste físico e psicológico proporcionados pela depressão influencia negativamente o comportamento da mulher, mas também os remédios antidepressivos, assim como alguns tipos de anticoncepcionais, também levam a diminuição da vontade sexual. Nesses casos, a melhor solução é o tratamento com remédios que não causem esse efeito.
Alterações hormonais, provocadas por algumas doenças ou pela menopausa podem ser a causa da DSH. "Quando ocorre diminuição dos níveis de testosterona, hormônio responsável pelo desejo sexual, a vontade por sexo fica reduzida. O ideal é que seja feita a reposição, através da indicação médica, por meio de medicamentos para que não afetem a vida sexual da mulher", explica Maria Claudia.

Causas psicológicas
De acordo com a sexóloga Maria Claudia, as causas psicológicas são as grandes responsáveis pela síndrome DSH, uma vez que as mulheres são muito sensíveis e, em geral, não conseguem separar problemas mal resolvidos do prazer sexual. "Problemas como a dificuldade de relacionamento com o parceiro, falta de confiança, mágoa ou frustrações acumuladas, baixa autoestima, desvalorização, entre outros fatores derivados dos relacionamentos pessoais fazem com que as mulheres passem a considerar o sexo como algo inviável em sua vida", explica a especialista da Unifesp.
Geralmente, essas frustrações acontecem com mulheres mais velhas, porém, a síndrome do desejo sexual hipoativo afeta também muitas mulheres jovens. Quando isso ocorre, é normalmente decorrência de uma educação repressiva, que trata o assunto sexo como tabu ou de questões religiosas, que reprimem o prazer sexual. "Isso tende a deixar o entusiasmo e o nível de energia da mulher jovem reduzidos, na medida em que ela não entende as transformações internas pelas quais seu corpo passa", esclarece Maria Claudia.
No caso de problemas psicológicos, o tratamento mais aconselhado é a terapia sexual, que vai trabalhar os aspectos ligados à educação sexual, a desmistificação das práticas sexuais, o enfoque corporal e a conscientização dos benefícios e problemas. "Em geral, esses tratamentos são lentos, demorando de seis meses a um ano, mas são eficientes, uma vez que a mudança ocorre de dentro para fora", diz a especialista da Unifesp.
O maior desafio da medicina nessa área é a invenção de medicamentos que estimulem o desejo sexual feminino. Diferentemente dos homens, nas mulheres a vascularização da região vaginal não é o motivo da disfunção, pelo fato da diminuição da libido estar associada às emoções. Por isso, a psicoterapia com um especialista em sexualidade ainda é a forma mais garantida de tratamento.
Falta de vontade ou DSH?
O fato de a mulher não ter vontade de fazer sexo todo dia não que dizer que ela está sofrendo da síndrome do desejo hipoativo. Para chegar a esse estágio, a mulher tem que estar muito tempo imersa no processo de recusa sexual, meses e até anos. As mulheres que sofrem com isso, costumam demorar para perceber, já que a diminuição do desejo ocorre lentamente. A terapeuta sexual Arlete Gavranic recomenda que as mulheres que começam a notar falta de desejo sexual, façam uma autoavaliação, que contenham as seguintes perguntas:
- Com que frequencia eu me recuso a ter relações sexuais?
- Sinto preguiça na hora que estou com meu parceiro?
- Costumo investir ou ter vontade de investir em produtos que aumentam a energia sexual, como lingeries, objetos eróticos ou livros e revistas que tratem do assunto?
- Qual a qualidade do meu relacionamento a dois?
Não deixe que problemas emocionais atrapalhem sua vida sexualComo a DSH está ligada basicamente às emoções é possível tomar medidas que contribuam para a constante estimulação sexual. "É importante se permitir conhecer o corpo, aprender a pensar que o interesse por sexo não é vergonhoso, e muito menos a prática dele, viver bem com o próprio corpo e aceitar as mudanças que acontecem naturalmente com o envelhecimento, descobrir que é possível ser sensual em qualquer fase da vida e, principalmente, limpar a "lixeira emocional" para que as mágoas e tristezas não fiquem acumuladas e causem mal para a saúde", explica a terapeuta sexual Arlete Gavranic.
Fonte: http://www.minhavida.com.br/
Escolha tecidos inteligentes e aumente seu rendimento nos esportes

A busca por um estilo de vida mais saudável já faz parte da rotina de muita gente (não à toa, mesmo no inverno, as academias e os parques permanecem lotados de quem não abre mão da prática diária de exercícios). Se, há algum tempo, a idéia de enfrentar o frio parecia terrível, hoje ela não assusta mais. E a indústria do vestuário responde por parte da transformação nos hábitos.
Na corrida, os atletas dispõem de peças que mantêm a compressão ideal das pernas, evitando a fadiga muscular. A natação conta com tecidos de alta resistência e durabilidade em reação a produtos químicos, enquanto o ciclismo sai ganhando com trajes que permitem mais liberdade de movimentos.
Em parceria com a Speedo e a Down Brasil, a tecelagem Santaconstancia criou o Acquos, tecido construído com a fibra Dow XLA ou poliolefina modificada destinado à prática de esportes aquáticos. O material não reage física e quimicamente com o cloro, bronzeadores, protetores solares e outros produtos químicos, suportando o ritmo contínuo dos treinos e inúmeras lavagens sem que a danificar a peça. Além disso, ele é mais leve que os tecidos tradicionais e tem rápida secagem, o que favorece o conforto térmico do atleta.
A elasticidade também se destaca, proporcionando o chamado efeito WetFit, ou seja, o ajuste da peça ao corpo, moldando-o sem comprimir excessivamente, principalmente quando molhado.
Já a Speedo desenvolveu uma linha de produtos chamada XDSKIN, produzida em modelagem anatômica, costuras flatseam (que minimizam a ocorrência de rasgos) e voltada aos praticantes de triatlhon. Há também novos tecidos cujos moldes são cortados a laser e as partes fusionadas em equipamentos especiais que realizam a selagem através da aplicação simultânea de pressão e calor. O efeito de compressão, associado ao processo de selagem , é uma combinação perfeita para aqueles que buscam desempenho e conforto. O tecido é ideal para esportes de alta performance, sendo muito utilizado na confecção de maiôs, macaquinhos, sungas, bermudas, leggings e tops.
Como escolher peças inteligentes- Procure por peças que facilitam a evaporação do suor
- Já existem roupas que protegem a pele de raios solares
- Pergunte se o tecido é antibacteriano e antifúngico, pois estes microorganismo diminuem a proliferação de microorganismos que gostam de ambientes quentes e úmidos, causando mau cheiro após a prática do exercício
- Usar uma meia simples de algodão é considerado um dos erros mais comuns entre os esportistas, já que o tecido retém a umidade e aumenta a probabilidade de infecções. É recomendado o uso de meias feitas de combinações de materiais que são geralmente mais finos que algodão e podem ser mais confortáveis para quem tem pés mais sensíveis. Experimente as de compressão (úteis para problemas de inchaço), de amortecimento (com gel na sola) e meias médicas especiais (que liberam desinfetantes anti-fungos e anti-bactérias).
Teste da Camiseta Inteligente
O CEMAFE (Centro de Medicina da Atividade Física do Esporte), em parceria com tecelagem Santaconstancia, realizou recentemente o iShirt Test, também conhecido como Teste da Camiseta Inteligente. O objetivo do trabalho foi avaliar o tecido mais adequado para a prática de atividades de alta performance.
O teste evidenciou a diferença de temperatura do corpo, durante e após a corrida, resultado os atributos do tecido na troca térmica como: efeito colante, absorção do suor e a velocidade de secagem das camisetas.
O algodão, por exemplo, apesar do toque agradável, tem fibras que encharcaram facilmente e demoraram a secar, prejudicando o desempenho do atleta, por causa de possíveis calafrios. Assim, o corpo precisa gerar mais energia para aquecer o organismo e manter o equilíbrio térmico (por volta dos 32o C). Já o polièster apresentou baixa absorção de umidade, deixando a camiseta e o microclima quentes e desconfortáveis, o que também altera o comportamento fisiológico do corpo, diminuindo a performance.
Fonte: http://www.minhavida.com.br/
Alimentos anti-estresse combatem a depressão e a ansiedade

Mulheres que são mães, donas de casa e profissionais, tudo ao mesmo tempo. Homens bem sucedidos e que praticam esportes como atletas. Crianças que além das provas, ainda possuem muitas atividades após as aulas. Adolescentes em fase de vestibular. Com essa vida corrida é inevitável sentir os efeitos da pressão. No entanto, existem maneiras de amenizar estes sintomas. Que tal aliviar o stress através da alimentação? Existem alguns alimentos que podem ajudá-lo!
Alface: substâncias encontradas principalmente nos talos das folhas como a lactucina e lactupicrina, atuam como calmantes naturais.
Espinafre e brócolis: previnem a depressão. Contêm potássio e ácido fólico, importantes para o bom funcionamento das células, assim como o magnésio, o fosfato e às vitaminas A e C e ao Complexo B, que garantem o bom funcionamento do sistema nervoso.
Peixes e frutos do mar: diminuem o cansaço e a ansiedade, pois contêm zinco e selênio, que agem diretamente no cérebro. Cereais integrais e chocolate (com moderação) também são ótimas fontes de zinco. O selênio também pode ser encontrado no atum enlatado e na carne de peru.
Laranja: promove o melhor funcionamento do sistema nervoso. É um ótimo relaxante muscular, ajuda a combater o estresse e prevenir a fadiga. A fruta é rica em vitamina C, cálcio e vitaminas do Complexo B. A ingestão de vitamina C inibe a liberação de cortisol, principal hormônio relacionado ao estresse no corpo.
Castanha-do-pará: melhora sintomas de depressão, auxiliando na redução do estresse. Também é rica em selênio, um poderoso agente antioxidante. Uma unidade ao dia já fornece a quantia diária recomendada de 350mg.
Alimentos ricos em vitaminas do complexo B: Quando o estresse está presente, o corpo utiliza a glicose desordenadamente, consumindo então as proteínas do músculo como fonte de energia. O ideal então é se alimentar de alimentos ricos em carboidratos complexos e uma dose extra de proteína magra como: leite em pó, queijo minas, amêndoas e carne que contém vitamina B12; ovo, leite, banana, aveia, batata, ricos em vitamina B6.
Maracujá: Ao contrário do que diz a crença popular, a fruta não é calmante, mas sim suas folhas. As folhas contêm alcalóides e flavonóides, substâncias depressoras do sistema nervoso central (SNC), o conjunto do cérebro com a medula espinal, responsável pela sensibilidade e pela consciência. Por isso, elas atuam como analgésicos e relaxantes musculares.
Fonte: http://www.minhavida.com.br

